não seria a consciência completa
de um poema sujo
da amplitude filosófica dos
será, se? que
contando
apalpa sim o evidente?
ele tresbusca.
fala do desengonço
a interseção onde
se completam de
fazer as almas.
existiu questionando a existência,
procurando a si avidamente
no espelho.
busca ninguém sabe bem o quê
(se busca meu desvario, consegue.
sua palavra tudo consegue.)
quer consciência projetada
experimentada na transcendência do espelho
questiona a existência.
de mansinho, faz a verdade de
viver em agradável acaso
cair por terra,
sim?
e pega, conta
avisa, sibila
(sibila não, grita!)
Carlos, ele pegou.
*DISCURSO*
E aqui estou, cantando.
Um poeta é sempre irmão do vento e da água:
deixa seu ritmo por onde passa.
Venho de longe e vou para longe:
mas...
